Você sentada numa cadeira
de balanço conversando…
Sorrindo,
rindo,
cabelos cor de neve,
tão branca,
tão enrugada,
tão fina a pele...
Viveste noventa e cinco,
morreste,
dezoito eu tinha...
São nessas horas
que na eternidade
realmente
se acredita!
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