você se agacha,
e,
de cócoras,
seus joelhos,
suas pernas,
dobram.
Você fecha os olhos,
franze a cara,
mil veias se sobressaem
sob a rubra-face-linda-de-menina...
É como se o mundo,
o universo,
o infinito,
morressem de rir,
caíssem numa só gargalhada,
e o resto,
todo o resto,
mantivessem eternamente mudo
e inaudível...
Jamais se consegue escutar o seu riso,
mas sim,
o riso de uma águia,
que voa livremente,
plenamente,
plainando no ar,
ali,
bem ali,
ao seu ouvido rente!
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