Eu ando pela rua,
e sempre vejo uma luz apagada,
portas
e janelas fechadas,
trancadas,
cerradas,
lacradas...
Muitas folhas,
muitos galhos pela calçada...
(Tão velhos,
tão antigos,
tão rotos,
tão puídos,
tão corroídos
tão sombrios...)
De madrugada,
uma brisa leve varre
tudo o que da rua
restava...
Um poema eu sempre faço,
quando pela rua eu passo...
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