sombria.
Num canto,
uma mulher,
uma moça,
uma donzela,
suspende a camisa,
o vestido,
a blusa.
Está ela,
completamente
sem sutiã,
Sem porta-seios,
seminua...
Um homem,
um moço,
um rapaz,
um cavalheiro,
se agacha...
Começa a lamber,
chupar e a sugar,
muito taradamente,
os mamilos,
os seios
rosa vermelhos.
.
Fecha os olhos,
desliza,
acaricia
, prende,
puxa, agarra os cabelos..
.
O moço,
o rapaz,
o homem,
com toda a força,
garra,
raça,
pulsão
e tesão,
muito taradamente
continua,
insiste,
resiste,
persiste,
em lamber,
sugar
e a chupar
a menina,
a moça,
a donzela,
a mulher...
(Eu nunca vou me esquecer à cara dos tarados...)
Os andantes,
os passantes,
os transeuntes,
naquele instante,
naquela hora,
naquele dia,
naquela noite,
naquela madrugada,
olharam para o episódio,
com completa,
total
e absoluta
normalidade..
De repente
uma lua linda,
com mil estrelas por trás
e ao redor,
surgiu,
ressurgiu,
apareceu,
reapareceu,
acendeu,
reacendeu
num céu infinitamente breu!
(O céu não despencou!)
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