quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Duelo

O foco deste poema, não é o duelo em si. mas sim, a velocidade com que a mão do cowboy pega, puxa, tira a arma da cinta para liquidar de uma vez por todas com o adversário... A velocidade, é infinitamente mais rápida, do que a velocidade infinita da luz. Existe um relógio enorme pregado na parede do saloon.. Quando o ponteirinho do segundo, encosta milimetricamente no risquinho preto, o cowboy puxa a arma da cinta de couro e liquida com o adversário infinitamente mais rápido do que um miléssimo infinito de segundo quando um corpo cai no chão... Poeira, barro, sangue, pedra, poça, lama, sem coração, não coração!

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