domingo, 27 de julho de 2025

Mar-talvez (Para Antônio Cícero)

Tão doce amigo... Com ele, eu me encontrava todos os dias numa mesma rua... sorriso, riso, gargalha tão fácil, tão gostosa... Poesias, ensaios, filosofias, letras, músicas,canções infinitas, infindas... Um dia, esse amigo, lá na suiça, tomara um remédio para dormir para sempre... depois, fora cremado. Enfiaram suas cinzas numa urna e foram elas jogadas num mar-talvez, para nunca mais... como me dói, como me rói, ter de lembrar, ter de recordar, tudo isso...

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